A lesão de Riquelme Felipe é mais uma triste notícia para o Fluminense, que vê seu jovem talento ser afastado dos gramados por um período considerável. O atacante, que teve destaque no Campeonato Carioca, sofreu uma lesão grau 2 no ligamento colateral medial do joelho esquerdo. Em um gesto de agradecimento pelas mensagens de apoio, Riquelme se pronunciou nas redes sociais, informando que deverá ficar afastado entre dois e três meses, mas não precisará passar por cirurgia. A gravidade do quadro e a semelhança com as lesões de outros jogadores tricolores, como André e Alexsander, tornam este caso ainda mais significativo, especialmente pelo impacto que lesões dessa natureza têm nas carreiras dos atletas.
Quando se observa o histórico recente do Fluminense, é impossível não notar os casos de André e Alexsander, que enfrentaram lesões semelhantes em suas trajetórias no clube. Ambas as lesões ocorreram no ligamento colateral medial do joelho, afetando diretamente a capacidade de jogo desses atletas. A situação de Riquelme, portanto, ecoa esses episódios e levanta a preocupação sobre o impacto dessas lesões no desenvolvimento de jogadores promissores. Embora o Fluminense tenha optado por um tratamento conservador para Riquelme, como foi o caso com Alexsander, a recuperação nem sempre é garantida sem complicações adicionais, como aconteceu com o volante.
Alexsander, por exemplo, teve uma recuperação prolongada após a lesão no joelho esquerdo. Em maio de 2023, durante uma partida contra o Cruzeiro, no Mineirão, o volante tricolor sofreu uma lesão grau 2, que inicialmente não indicava a necessidade de cirurgia. O tratamento conservador parecia ser uma solução eficaz, mas durante a transição para o campo, Alexsander acabou sofrendo uma lesão ainda mais grave, grau 3, na coxa direita. Isso resultou em um afastamento de 101 dias, um período significativo para qualquer jogador, especialmente para quem vivia um dos melhores momentos da carreira no Fluminense. A experiência de Alexsander serve como um alerta para o Fluminense em relação à recuperação de Riquelme.
Embora a lesão de Riquelme tenha sido diagnosticada de maneira semelhante à de Alexsander, a situação de André, outro jovem talentoso, também tem suas peculiaridades. Em abril de 2024, o volante tricolor sofreu uma lesão no ligamento colateral medial do joelho direito, durante um jogo contra o Cerro Porteño, pela Libertadores. Assim como Alexsander, a lesão de André exigiu um período considerável de recuperação, com o atleta ficando 70 dias afastado dos gramados. As lesões repetidas de jogadores chave no Fluminense demonstram a fragilidade física dos atletas e como pequenos incidentes podem ter um impacto significativo em suas carreiras. A ausência de Riquelme, portanto, se insere em um contexto de preocupações sobre a preparação física e os cuidados médicos com os jogadores.
O tratamento conservador, adotado pelo Fluminense em todos os casos, mostra-se como uma estratégia comum para esse tipo de lesão, já que não há rupturas no ligamento, apenas estiramentos que podem ser tratados sem cirurgia. Esse tipo de abordagem, embora menos invasivo, exige paciência e acompanhamento rigoroso da recuperação do atleta. No entanto, a experiência dos jogadores lesionados anteriormente, como Alexsander e André, sugere que complicações podem surgir, mesmo quando a cirurgia é descartada. A transição para o campo após um longo período de imobilização pode ser um fator crítico no sucesso do tratamento.
O fato de Riquelme não precisar passar por cirurgia é uma boa notícia, mas sua recuperação deve ser monitorada de perto para evitar qualquer tipo de reincidência ou complicação. O Fluminense terá que lidar com a ausência do atacante por pelo menos dois meses, e a equipe técnica precisa garantir que ele volte aos campos com a mesma intensidade e qualidade de antes. Nesse sentido, é importante que o clube faça um acompanhamento físico de excelência para que a recuperação de Riquelme seja bem-sucedida e não aconteçam os mesmos problemas que outros atletas tricolores enfrentaram no passado.
Riquelme tem se mostrado um jogador de grande potencial, e sua ausência no time será sentida, especialmente em um momento de alta competitividade no Campeonato Brasileiro e em outras competições. O Fluminense, contudo, precisa ser estratégico e paciente. A recuperação do atacante tricolor será um processo gradual, e os torcedores esperam vê-lo de volta ao time com a mesma energia e qualidade que apresentou até agora. Mas, com base no que ocorreu com André e Alexsander, o clube precisa estar ciente dos riscos e preparado para agir caso surjam complicações durante o período de recuperação.
Em última análise, a lesão de Riquelme reflete não apenas as dificuldades individuais enfrentadas pelos jogadores, mas também os desafios enfrentados pelos clubes para manter seus atletas saudáveis e em plena forma. O caso de Riquelme, assim como o de Alexsander e André, serve como um lembrete de que as lesões são parte do jogo, mas que o cuidado médico adequado e o tratamento adequado são essenciais para minimizar os impactos a longo prazo na carreira dos jogadores. A recuperação de Riquelme será acompanhada de perto, e a expectativa é que ele volte mais forte e pronto para continuar a sua trajetória promissora no Fluminense.
Autor: Kinasta Balder
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital